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Adolescente resgatada de canil em AL nega tortura, cárece e questiona prisão do namorado; PC reafirma legalidade

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24 de Abril de 2026 às 14:30
2 min de leitura
Adolescente resgatada de canil em AL nega tortura, cárece e questiona prisão do namorado; PC reafirma legalidade

Adolescente era mantida em canil e namorado é preso por tortura em Alagoas Uma adolescente de 17 anos resgatada de dentro de um canil na casa do namorado, na quinta-feira (23), em Santana do Ipanema, no Sertão de Alagoas, afirmou que não era vítima de tortura, cárcere e que vive um relacionamento consensual com o suspeito. Ele já foi preso em outra oportunidade por tráfico de drogas. Em publicações nas redes sociais, a jovem contestou a ação da Polícia Civil e do Conselho Tutelar, além da prisão do namorado, identificado apenas como Darnley, autuado no caso pela polícia pelo crime de tortura. “Que Justiça é essa, que Conselho Tutelar é esse, que entra na minha casa sem autorização legal nenhuma? Prenderam meu marido sem prova alguma, dizendo que ele me manteve em cárcere privado e tortura. Me levaram para o hospital para exame de corpo de delito, que não deu em nada. Eu quero as provas para saber por que meu marido está preso”, afirmou a adolescente. Adolescente era mantida em canil e namorado é preso por tortura em Alagoas Cortesia LEIA TAMBÉM: Adolescente é encontrada vivendo em canil e namorado é preso por tortura em Al Suspeito de manter adolescente presa em canil em AL já tinha passagem por tráfico A jovem afirmou ainda que o canil de onde foi retirada pela polícia e por conselheiros tutelares era um local utilizado por ela e Darnley para fumar. Segundo o relato, no momento da abordagem, os dois haviam acabado de acordar, e o rapaz teria saído para comprar algo para comer. Em nota enviada ao g1, a Polícia Civil informou que adotou todos os procedimentos legais, incluindo a prisão em flagrante e o indiciamento do suspeito pelo crime de tortura. A corporação destacou que o inquérito policial está em fase de formalização, com base nas provas já coletadas. Ainda de acordo com a polícia, o próximo passo será o encaminhamento do relatório final ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.
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